{"id":5597,"date":"2024-12-14T23:37:54","date_gmt":"2024-12-14T23:37:54","guid":{"rendered":"https:\/\/meditantes.com.br\/news\/?p=5597"},"modified":"2024-12-14T23:59:02","modified_gmt":"2024-12-14T23:59:02","slug":"5597","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/meditantes.com.br\/news\/?p=5597","title":{"rendered":"A origem e a hist\u00f3ria da medita\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p><em>por: <a href=\"https:\/\/meditantes.com.br\/podcast\/robertocardoso\">Dr. Roberto Cardoso<\/a><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignleft size-large is-resized\"><a href=\"https:\/\/meditantes.com.br\/podcast\/robertocardoso\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"576\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/meditantes.com.br\/news\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/167-576x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5602\" style=\"width:336px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/meditantes.com.br\/news\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/167-576x1024.png 576w, https:\/\/meditantes.com.br\/news\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/167-169x300.png 169w, https:\/\/meditantes.com.br\/news\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/167-768x1365.png 768w, https:\/\/meditantes.com.br\/news\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/167-864x1536.png 864w, https:\/\/meditantes.com.br\/news\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/167.png 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p>Durante a elabora\u00e7\u00e3o da nossa tese, precisamos estudar um pouco sobre a prov\u00e1vel origem hist\u00f3rica da medita\u00e7\u00e3o. Hoje, divido com voc\u00eas algumas das descobertas que fizemos a respeito.<br>Ao falamos sobre medita\u00e7\u00e3o, \u00e9 autom\u00e1tico recorrermos aos relatos de tradi\u00e7\u00f5es filos\u00f3ficas orientais, uma vez que foram as culturas chinesa e hindu que melhor relataram e descreveram as pr\u00e1ticas meditativas durante a hist\u00f3ria da civiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Johnson, em seu livro (Do Xamanismo \u00e0 Ci\u00eancia. Uma hist\u00f3ria da medita\u00e7\u00e3o, Editora Cultrix, 1990), apresentou amplo levantamento hist\u00f3rico sobre o tema, encontrando descri\u00e7\u00f5es precoces do m\u00e9todo, tanto em textos tao\u00edstas quanto em textos hindus. Recomendo, muito, a leitura desse \u00f3timo livro. Segundo ele, na antiga China, por volta de 300 a.C., a literatura tao\u00edsta, com mestres como Lao-Tzu e Chuang-Tzu, j\u00e1 expunha exerc\u00edcios meditativos, de forma sistematizada. A literatura m\u00edstica do norte da \u00cdndia, entre 1500 e 1000 a.C., tamb\u00e9m j\u00e1 apresentava t\u00e9cnicas de medita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Todavia, buscar a ascend\u00eancia da medita\u00e7\u00e3o \u00e9 uma empreitada penosa. Nesse intuito, tamb\u00e9m se real\u00e7ou Johnson, quando revisou os aspectos hist\u00f3ricos do tema, situando a presum\u00edvel origem dos primeiros estados alterados de consci\u00eancia, que foram provavelmente obtidos por indu\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea. Acreditava este autor, que a descoberta do fogo, o exerc\u00edcio da ca\u00e7a, a experi\u00eancia sexual e o trauma, poderiam ter sido os fatores que primeiramente conduziram ao estado meditativo espont\u00e2neo, provocando experi\u00eancias naturais de estados alterados de consci\u00eancia, o que poderia ter acontecido h\u00e1 cerca de oitocentos mil anos.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Referindo-se ao estado alterado de consci\u00eancia como \u201c\u00eaxtase\u201d, e com as experi\u00eancias meditativas sendo chamadas de experi\u00eancias \u201cext\u00e1ticas\u201d, Johnson escreveu, sobre o fogo, que \u201c\u2026A focaliza\u00e7\u00e3o [visual] das chamas bailarinas por longas horas, com exclus\u00e3o de todos os outros est\u00edmulos sensoriais, bem poderia ter produzido estados ext\u00e1ticos, cabendo \u00e0s chamas afastar a consci\u00eancia do seu padr\u00e3o de luta-fuga para um estado alterado, mais calmo, de repouso em vez de ansiedade\u2026\u201d. A conjectura sobre o papel do fogo na origem dos primeiros \u201cestados meditativos\u201d espont\u00e2neos \u00e9 compartilhada por alguns conhecidos meus e, confesso, at\u00e9 mesmo por mim.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Johnson, o ca\u00e7ador da pr\u00e9-hist\u00f3ria tamb\u00e9m poderia ter experienciado estados meditativos espont\u00e2neos, uma vez que \u201c\u2026o ca\u00e7ador, ao se aproximar da ca\u00e7a, precisava varrer da mente os pensamentos ansiosos, como se n\u00e3o estivesse ali\u2026\u201d. Em outro trecho, afirma que \u201c\u2026Isso inclu\u00eda a identifica\u00e7\u00e3o com os animais a serem ca\u00e7ados, de modo a se tornarem indiscern\u00edveis do meio ambiente e assim serem bem-sucedidos como ca\u00e7adores habilidosos\u2026\u201d, para o que precisavam \u201c\u2026silenciar na mente todos os pensamentos [dito] humanos, entrando num \u00eaxtase, de modo a \u2026[se colocar]\u2026 fora da nossa humanidade comum\u2026\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>O pr\u00f3prio ato sexual poderia ter tido seu papel na g\u00eanese de estados alterados de consci\u00eancia, talvez dando origem \u00e0s atuais escolas t\u00e2ntricas meditativas. Disse Johnson que \u201c\u2026o ato f\u00edsico [sexual] tamb\u00e9m pode ter contribu\u00eddo para isso, uma vez que, no abandono do orgasmo, os seres humanos se tornam ext\u00e1ticos, colocando-se temporariamente fora de si mesmos\u2026\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>As doen\u00e7as graves, e os acidentes traum\u00e1ticos, do mesmo modo, podem ter levado a mudan\u00e7as espont\u00e2neas no estado de consci\u00eancia de nossos antepassados. Segundo Johnson \u201c\u2026incapazes de suportar, por mais tempo, a dor ou o perigo percebido, [os indiv\u00edduos] escapam para o \u00eaxtase, ou para um experi\u00eancia [dita] fora do corpo\u2026\u201d. Mais adiante, afirma que \u201c\u2026para os que sobreviveram, a possibilidade de retornar a estados assim, e at\u00e9 o desejo de faz\u00ea-lo, deve ter sido atraente e provavelmente conduziu ao desenvolvimento de meios meditativos para consegui-lo\u2026\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Johnson foi muito enf\u00e1tico, quando apresentou o realce com que eram tratados os estados que chama de \u201cext\u00e1ticos\u201d, nas culturas de nossos antepassados. Para tentar espelhar o marcante posicionamento do autor, aqui selecionamos dois pequenos trechos ilustrativos de sua publica\u00e7\u00e3o:\u201d\u2026As culturas xaman\u00edsticas d\u00e3o o mais alto valor a essas experi\u00eancias de auto-transforma\u00e7\u00e3o ext\u00e1tica. Ainda que possam ocorrer em anos [de idade] muito tenros, proporcionam ao indiv\u00edduo um contato inesquec\u00edvel com o [dito] divino e com o seu poder, iniciando-o, assim, na idade adulta. Sem esse contato, a pessoa era considerada incompleta, incapaz de aproveitar as principais fontes do poder para o bem-estar\u2026\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>\u201d\u2026Por infelicidade, por\u00e9m, [hoje] n\u00e3o levamos [mais] as pessoas a essas experi\u00eancias, nem por meio da forma coerciva e inescap\u00e1vel da inicia\u00e7\u00e3o, como a que se praticava em El\u00eausis, nem por meio daquela que se exigia de todos os jovens [tribais]\u2026 \u2026na busca da vis\u00e3o xam\u00e2nica, onde n\u00e3o alcan\u00e7ar o \u00eaxtase significava rid\u00edculo social\u2026\u201d.[\/i]<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>O mesmo autor advertiu que a medita\u00e7\u00e3o, em nenhum momento, teria sido \u201cdescoberta\u201d, mas sim que \u201c\u2026os estados meditativos devem ter se desenvolvido no decorrer de um longo per\u00edodo de tempo, e n\u00e3o foram inventados num momento espec\u00edfico\u2026\u201d. No entanto, tamb\u00e9m segundo Johnson, qualquer que tenha sido a evolu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica do m\u00e9todo, em alguma ocasi\u00e3o os nossos ancestrais descobriram uma nova forma de alcan\u00e7ar estados alterados de consci\u00eancia, sem o uso das subst\u00e2ncias (plantas) psicoativas. Nas situa\u00e7\u00f5es pregressas, tais plantas eram utilizadas pelos antigos xam\u00e3s, em cerim\u00f4nias sagradas; ou como o complexo soma\/haoma dos povos indo-arianos; ou, ainda, dos compostos utilizados nos antigos ritos tao\u00edstas ou nos mist\u00e9rios gregos de El\u00eausis. Prov\u00e1veis dissidentes dos antigos xam\u00e3s, [b][u]os primeiros meditadores foram aqueles que buscaram exerc\u00edcios capazes de funcionar como auto-indutores dos estados alterados, sem o uso de subst\u00e2ncias ex\u00f3genas, e isto possivelmente os manteve discriminados por um longo tempo, especialmente por atentar contra o poder do xam\u00e3.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Outros aspectos hist\u00f3ricos foram apresentados por Benson, Beary &amp; Carol (The Relaxation Response. Psychiatry 1974;37:37-46), localizando cita\u00e7\u00f5es acerca de pr\u00e1ticas meditativas na cultura ocidental, em escritos crist\u00e3os, judaicos e mu\u00e7ulmanos, dentre outros. Um m\u00e9todo, utilizado para atingir estado alterado de consci\u00eancia, foi ensinado no tratado crist\u00e3o intitulado \u201cThe Cloud of Unknowing\u201d (s\u00e9culo XIV), onde se sugeriu eliminar todas as atividades f\u00edsicas, distra\u00e7\u00f5es e pensamentos, com a ajuda da repeti\u00e7\u00e3o de uma palavra unisil\u00e1bica, tal como \u201clove\u201d ou \u201cgod\u201d. No s\u00e9culo X, um texto (\u201cThe Third Spiritual Alphabet), do Frei Francisco de Osuna, j\u00e1 relatava uma t\u00e9cnica de fixa\u00e7\u00e3o do olhar, com vistas a tornar o praticante \u201ccego, surdo e mudo\u201d, recomendada diariamente, melhorando a capacidade cognitiva e reduzindo o estresse. S\u00e3o Jo\u00e3o e Santa Tereza, no s\u00e9culo XV, descreveram os passos b\u00e1sicos para atingir um chamado \u201cestado m\u00edstico\u201d (\u201cmystical state\u201d), ignorando as distra\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s da prece repetitiva.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Como digo em meu livro, Medicina e Medita\u00e7\u00e3o (MG Editores):<br>\u201c\u2026As t\u00e9cnicas meditativas n\u00e3o pertencem a esta ou aquela cultura, ou a esta ou aquela religi\u00e3o, embora v\u00e1rias delas possam ter sido disseminadas a partir de focos religiosos espec\u00edficos. \u00c9 poss\u00edvel meditar na respira\u00e7\u00e3o com os budistas sem ser um budista; \u00e9 poss\u00edvel meditar caminhado com os vietnamitas sem ser um vietnamita; \u00e9 poss\u00edvel meditar girando com os sufis sem ser um sufi. Na verdade, mesmo em outras comunidades muito antigas j\u00e1 se conheciam t\u00e9cnicas meditativas, como entre os \u00edndios americanos e os esquim\u00f3s. Para se meditar, n\u00e3o \u00e9 preciso pertencer a alguma religi\u00e3o espec\u00edfica. N\u00e3o \u00e9 preciso deixar de pertencer a alguma religi\u00e3o espec\u00edfica. N\u00e3o \u00e9 preciso ter religi\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 preciso, nem mesmo, acreditar em Deus\u2026\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><em><a href=\"https:\/\/robertocardoso.net\/a-origem-e-a-historia-da-meditacao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Fonte deste artigo!<\/a><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0);color:#ffffff\" class=\"has-inline-color\">.<\/mark><\/p>\n\n\n\n<p><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0);color:#ffffff\" class=\"has-inline-color\">.<\/mark><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong><strong><a href=\"https:\/\/meditantes.com.br\/podcast\/robertocardoso\">Quer Saber mais sobre Experi\u00eancias em Medita\u00e7\u00e3o?<\/a><\/strong><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Confira entrevista com Dr. Roberto Cardoso no Meditantes PodCast nas playlists Abaixo em V\u00eddeo, \u00c1udio, e Texto. Experimente. 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